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Agência LUSA

 

O ministro do Planeamento, Nelson de Souza, disse que Portugal não vai "atirar a toalha ao chão" na negociação dos fundos estruturais, negando que esteja já definida a perda 7% dos apoios nos próximos anos. "Não deitaremos a toalha ao chão durante as negociações, nem que seja até ao último dia ou a última noite. Havemos de tentar defender os nossos interesses que é tentar obter o máximo de fundos para que os portugueses possam ser servidos com melhores fundos estruturais", afirmou.