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Opinião do Cidadão
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Nelinho
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Porque vivo a “Escola” estou preocupado com a confusão que se está a instalar no “Sistema Educativo”. Falo de programas, horários, de rigor, de motivação, de projetos, de organização, de igualdade, de estigma, de criatividade e de outras “coisas” que se relacionam com o “pulsar” da “Escola” e da “Comunidade Escolar”.
Por tudo isto, gostava de lançar algumas questões para partilhar a minha angústia face ao que está a acontecer: - O que mudou realmente na “Escola”? - Quem mudou na “Escola”? - O que é necessário mudar na “Escola”? - O que precisamos de fazer para que a “Escola” mude efetivamente? Sem ferir suscetibilidades, atrever-me-ia a dizer que a sociedade tem vindo a mudar, mas a “Escola” pouco, ou mesmo nada, mudou. A “Escola” foi aceitando como “normais” algumas práticas e comportamentos sem refletir as suas causas e efeitos.
Então, é preciso retirar da “Escola” os “professores” que estão lá por “engano” e melhorar o desempenho dos que precisam de incentivos para “ensinar” com mais “qualidade e compromisso”.
Será, então, correto que os “professores” confundam autoridade com poder e, mesmo que não legitimem as suas exigências com os “bons exemplos” que ela exige, se coloquem numa atitude ora mimada, ora ditatorial diante dos seus “alunos”?
Não. A “boa educação” não se aprende num clima onde prevaleçam a “intimidação” e as “represálias”. Post Scriptum: Existem “professores” que são um reservatório de “conhecimento” e de “gestos cívicos”. |
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José Carlos Mezinho
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 Chegados que somos, a esta altura do ano, sempre se repete a mesma cena: Pela altura do verão, logo após as férias escolares, começam a eclodir os incêndios, nos montes de Portugal.
Por acaso, este ano foi quase todo o ano, uma vez que em pleno Inverno os fogos tiveram a ousadia de eclodirem, em áreas até aí impensáveis, como foi o caso, na serra do Gerez.
Às vezes, chego a pensar que deve ser uma birra política, entre os partidos em Portugal que depois vão para a Assembleia da República, chorar "lágrimas de crocodilo", para impressionar os seus apaniguados e confundirem os restantes portugueses.
O mais curioso, ainda, é que depois de serem apanhados alguns poucos (!) incendiários e levados à presença das autoridades (que de auto, nada têm), uma vez que nunca actuam, em desfavor de muitos, deixando os incendiários á deriva, a gozar com as vítimas físicas e morais dos verdadeiros prejudicados, se bem que todos nós, nos sentimos prejudicados, com bens ao luar ou não, pela beleza paisagística que deixamos de ter, pelo oxigénio que deixamos de respirar e pela paz e tranquilidade de poder usufruir, destas belezas naturais. Pois, não vá um qualquer cidadão, andar a passear por aí e acabar a ser acusado por criminoso, uma vez que quem faz estas coisas, o é na verdade. |
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Moderador
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Na minha qualidade de Vereador ouvi na última reunião de Câmara o Senhor Vice Presidente da Câmara a referir-se ao corte das camélias existentes no Cemitério Municipal de Sobrado. Como periodicamente vou ao Cemitério Municipal ao jazigo do meu pai, no passado sábado dirigi-me ao mesmo. Fiquei estufacto, as camélias existentes no interior daquele cemitério foram todas cortadas, para dar lugar a mais 5 campas. Incrível como isto acontece em Castelo de Paiva. Aquelas árvores, algumas com mais de 100 anos foram retiradas até à sua raiz. Aquelas camélias davam vida aquele espaço e eram uma referência. Anualmente fazia-se a sua poda.....mas isto na minha opinião foi um crime que se cometeu. Se eram precisas campas existiam outras soluções...temos campas e jazigos abandonados há mais de 50 anos naquele cemitério, só o que existe ao lado esquerdo aonde se encontra o meu pai, há mais de 45 anos que não vai lá ninguem colocar uma flor e não tem proprietários, e outros nas proximidades igual. Colocavam-se editais e a Câmara chamava a si a sua posse...e posteriormente vendia...a legislação assim o permite. Foi um acto de total irresponsabilidade do responsável autárquico que deu a ordem. Exigo como cidadão o apuramento de responsabilidades. Ficamos mais pobres...e aqui não me venham dizer que aquelas camélias ofereciam perigo à população como foi referido na última reunião de Câmara. Aonde estiverem aqueles nossos familiares e amigos ali sepultados ficaram concerteza muito tristes. Tenho dito. Paulo Ramalheira Teixeira Cidadão deste concelho e Vereador no Executivo Municipal de Castelo de Paiva. |
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